Assisti ao documentário "Korengal". Nele, algumas informações úteis.
Em primeiro lugar, algumas questões táticas que deveriam ir para nossos manuais de segurança. Por exemplo, o inimigo, quando em campo, nomeia lugares com terminologia que lhes seja fácil. Assim, prédios, praças, vilas, montanhas precisam de nomenclatura específica e conhecida por todos a fim de que se evitem confusões. Afinal de contas, numa situação urgente, não é claro referir-se "venha para o morro cheio de árvores" ou "afasta-se da praça com bancos". Assim, cabe convencionar com quem estiver em campo as melhores formas de se referir a espaços.
Relatos de racismo
Brincadeiras pueris, jogos eletrônicos, pequenos luxos (como piscinas, aquecedores, etc)
Muito pieguismo estadunidense com relatos sobre medo, saudades de casa, etc
Certo elogio da violência, como relatos de saudades dos tiroteios ou diversão durante o mesmo. Deboches sobre inimigos mortos e comemorações.
trabalho de base imperialista, levando médicos, fazendo exames, prometendo escolas e infraestrutura.
ainda, investigação constante de resíduos de pólvora nas mãos dos suspeitos, o que nos indica a importância de sempre lavar as mãos.
prepotência de missão civilizadora no afeganistão
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